A conta, por favor!

Não há dor que eu sinta que não me ponha triste.
Não há tristeza – mesmo que eu minta – que não me cause dor.
Quando apontaste para mim aquele dedo em riste,
Vi em tal gesto o fim de nossa longa história de amor.
Foi portanto com grata surpresa, como depois eu lhe disse,
Que descobri que estava na verdade a chamar o garçom e a pedir: “a conta, por favor!”

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